SBC – Plenária na Câmara debate situação da saúde pública em São Bernardo do Campo

Rogéria Araujo

A plenária quer discutir junto com os vereadores os problemas na área da saúde pública em São Bernardo do Campo. Uma das demandas que motivaram o debate é o fato de que com 900 mil habitantes, SBC precisa de 11 unidades de saúde para atender toda a população. Para encaminhar e qualificar o debate, a mesa técnica contará com a presença de Jorge Kayano, do Instituto Polis, e Stephan Sperling, integrante da Rede de Médicos e Médicas Populares e do Centro Brasileiro de Estudo de Saúde (CEBES).

O objetivo desta atividade é chamar atenção dos órgãos competentes para melhorar a situação da saúde pública na cidade e fazer com que os usuários e usuários tenham espaço para expor a realidade em que vivem com relação à saúde. De acordo com Valda Leite, coordenadora local do projeto, “este momento é de grande importância para os moradores de São Bernardo do Campo, pois será tratado um assunto que envolve a vida de todos e todas”.

Para Luiz Bassegio, que coordena o projeto nacionalmente, no atual cenário de perda dos direitos já conquistados, a manutenção e implantação efetiva do SUS (Sistema Único de Saúde) dependerá da mobilização e organização de todos/as os que acreditam na importância de uma saúde pública.

*O projeto *

O projeto Direitos Sociais e Saúde: Fortalecendo a Cidadania e a Incidência Política é cofinanciado pela União Europeia e tem apoio da Agência Católica de Desenvolvimento da Inglaterra e País de Gales (Cafod). É executado pelo Programa Justiça Econômica, do qual fazem parte o Grito dos/as Excluídos/as Continental, Pastoral Social, Pastoral da Saúde, Comissão Brasileira de Justiça e Paz, contando com o apoio da rede Jubileu Sul Brasil. O principal propósito deste projeto é, através de formação e incidência política, garantir melhor acesso e informação sobre o sistema de saúde pública do Brasil para populações vulneráveis.

Contatos: Rogéria Araujo (85) 99619.2566 | Valda Leite (11) 97980.1824

O conteúdo deste material é de responsabilidade exclusiva do Programa Justiça Econômica, não podendo, em caso algum, dizer que representa a opinião da União Europeia.

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