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Representanto a CNBB, projeto participa de reunião da Comissão Intersetorial do Conselho Nacional de Saúde

A Comissão Intersetorial de Promoção, Proteção e Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (CIPPSPICS) se reuniu nestes dias 27 e 28 de setembro, em Brasília, para mais um encontro com representantes de entidades que fazem parte da Comissão, ligada ao Conselho Nacional de Saúde.

Reunião em Brasília

Entre as pautas da reunião estiveram: a situação da política nacional de práticas integrativas e complementares no ministério da saúde; atualização das informações sobre as normas relacionadas às práticas integrativas e complementares em saúde; balanço das práticas integrativas e complementares no controle social, seguindo as recomendações e resoluções do Conselho Nacional de Saúde, diretrizes aprovadas XV Conferência Nacional de Saúde, ocorrida em dezembro de 2015.

Também foram discutidas a educação popular e sua interface com as práticas integrativas e complementares em saúde e os desafios para sua implantação.
Representando a Conferência Nacional do Bispos do Brasil (CNBB), esteve presente o assessor político do projeto Direitos Sociais e Saúde: Fortalecendo a Cidadania e a Incidência Política e coordenador da Pastoral de Saúde de São Paulo, Sebastião Venâncio.

Nota pública

Previdência e saúde para todos/as! - Não aos retrocessos - Nenhum direito a menos!

Nota Política | Por todo um processo histórico construído por diversos movimentos e organizações sociais, reafirmamos que não daremos nenhum passo atrás. Nossa luta é permanente. Nenhum direito a menos! Confira a nota:

Previdência e saúde para todos/as!

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NOTA POLÍTICA

Plano de Saúde Acessível ou o desmonte do SUS?

O projeto Direitos Sociais e Saúde: Fortalecendo a Cidadania e a Incidência Política vem a público repudiar totalmente a portaria 1.482/2016, assinada pelo ministro interino Ricardo Barros, que institui um grupo de estudo para criação do Plano de Saúde Acessível. É importante lembrar que a Saúde, como estabelece nossa Constituição Federal, é dever do Estado e Direito de todos e todas, não cabendo a nenhuma iniciativa privada sua financeirização. Saúde não é mercadoria. Confira a nota.

Plano de Saúde Acessível ou o desmonte do SUS?

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