Ato público pede reabertura da Assistência Médica Ambulatorial (AMA) Myrna, na zona sul de São Paulo

Rogéria Araujo

De acordo com Seiti Takahama, integrante do Conselho Municipal de Saúde da Cidade de São Paulo e coordenador local do projeto Direitos Sociais e Saúde, a AMA foi fechada no final do mês de março sem que a população fosse avisada. “O resultado é que os moradores da região estão sem saber para onde ir e isso acaba provocando superlotação em outros equipamentos. O que queremos aqui é esclarecimentos e a reabertura da AMA”, disse.

A AMA Myrna é uma das 108 que estão sendo fechadas por conta do plano de reestruturação da Atenção Básica, proposta pela atual gestão da cidade de São Paulo. Os movimentos argumentam que antes de fechar equipamentos é preciso apresentar alternativas para que as pessoas não fiquem sem nenhum tipo de cobertura médica.

Encaminhamentos

A mobilização conseguiu pressionar a Secretaria de Saúde. Por conta disso, haverá uma reunião no próximo dia 3 de maio com o prefeito Bruno Covas no Ministério Público para apresentar argumentações pela reabertura da AMA e evidências de que o equipamento foi fechado sem qualquer aviso prévio. Assim, o movimento espera obter uma resposta do Ministério Público sobre o assunto. No dia 6 de maio haverá um outro ato no Jardim Myrna para informar o que foi dito pelo MP e dar outros encaminhamentos.

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