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Imigrantes participam do Grito dos Excluídos Continental 2017

Com a presença de mais de 1.500 pessoas aconteceu, neste 15 de outubro, na praça Kantuta, em São Paulo, mais uma edição do Grito dos Excluídos Continental, com o tema “Por trabalho, Justiça e Vida”. O Grito traz como marca a resistência através da cultura e da voz dos excluídos como uma forma de emancipação diante da colonização e das formas de dominações historicamente impostas ao povo do continente latino-americano.

Participaram do evento os seguintes grupos: Los Tinkus, Atrapasueños, Mistura Popular, Lakitas, Entrelatinos e Salay Bolívia. Todos se manifestaram politicamente, através de diversas formas de expressões artísticas, musicais, danças e folclore.

Fizeram parte do evento diversas tendas com materiais de informação e de conscientização, como a Tenda de Cidadania, do CDHIC, Tenda de Direitos Sociais e Economia Solidária, do Projeto Direitos Sociais e Saúde, projeto cofinanciado pela União Europeia e apoio da CAFOD, Tenda de Informação do CAMI entre outras presentes permanentemente na Praça Kantuta, como o Projeto Si Yo Puedo.

O Grito dos Excluídos Continental teve como bandeiras principais: Nenhu Direito a Menos; Por uma Integração dos Povos, Por Trabalho Justiça e Vida; Contra as Reformas Trabalhistas e da Previdência do Governo atual; Por Democracia Participativa: aqui vivo, aqui voto; Pela democracia e contra o neoliberalismo e os golpes midiáticos e institucionais.

Além das entidades organizadoras: Projeto Direitos Sociais e Saúde, Grito dos Excluídos Continental, Cami, CDHIC, CUT e Pal, participaram a Central de Movimentos Populares, o Movimento de Atingidos por Barragens e diversos coletivos culturais e de luta política.

Nas diversas intervenções feitas por lideranças dos movimentos, foram denunciados os constantes ataques aos direitos sociais, aos avanços democráticos conquistados ao longo das últimas décadas, o impedimento do direito ao voto da população migrante. Ademais foi denunciado o golpe midiático, político ao qual o povo brasileiro está submetido, assim como outros golpes ocorridos em outros países da América Latina.

“No Grito em 12 de outubro, mais que celebrar a hispanidade e os feitos de Colombo, comemoramos a resistência dos índios e dos povos autóctones conta a invasão, as atrocidades e a imposição sobre as culturas locais por parte dos dominadores europeus “, afirmou Luiz Bassegio, secretário executivo do Grito dos Excluídos Continental.

Última modificação: 16 de Outubro de 2017 às 09:17
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